\n'; document.write(barra); } } changePage();
A intenção de realizar esta exposição de fotografias está relacionada com a necessidade da população de Paulista refletir sobre o momento de mudanças que o nosso município está passando. Rever imagens antigas da nossa cidade e compará-las com imagens atuais dos mesmos locais é uma forma de apresentar o processo de degradação do ambiente urbano que Paulista sofreu ao longo do tempo. Fotos da famosa "levada" onde a população bebia água antigamente e que hoje encontra-se seca, aterrada, com construções em parte da sua área e em outra parte funcionando como depósito de lixo, ou mesmo da ponte que fazia a ligação entre a feira e a Rua da Imperatriz, são marcos importantes da história de nossa cidade. O município de Paulista cresceu de uma forma impressionante, sobretudo no período compreendido entre 1970 e 1990, quando recebeu grande quantidade de novas habitações, o que alterou significativamente o espaço urbano local. Considerado como maior pólo habitacional do Estado, diversos novos conjuntos foram implantados, a exemplo de Jardim Paulista, Arthur Lundgren I e II, Maranguape I e II, Engenho Maranguape e mais recentemente Alameda Paulista e Riacho da Prata, proporcionando um rápido crescimento populacional e, por conseguinte, a necessidade de um maior volume de serviços públicos e de infra-estrutura urbana. A carência de atendimento às demandas geradas por este rápido crescimento, acabou por induzir uma maior degradação do meio ambiente no município, determinando espaços, antes de convivência da população, em áreas poluídas, aterradas, invadidas... É intenção do atual Governo Municipal recuperar e revitalizar estes espaços degradados, sobretudo no centro da cidade, reconstruir, recuperar e ampliar o número de praças e áreas verdes, preservar as nossas reservas ecológicas de Caetés, Jaguarana e Janga, renaturalizar nossos rios e lagoas, melhorar a qualidade do ar que respiramos, revitalizar e preservar nosso litoral e evitar a exploração irresponsável do nosso solo, enfim, desenvolver de forma sustentável nosso município, promovendo assim uma verdadeira mudança com cidadania. HISTORIA DE PAULISTA Por volta de 1555, Duarte Coelho Pereira, donatário da Capitania de Pernambuco, doou a seu cunhado Jerônimo de Albuquerque, Terras da propriedade de Paratibe, território de Olinda. Jerônimo de Albuquerque ao casar a filha, Dona Antônia de Albuquerque, entrega como dote as terras que fora doada ao genro, o português Gonsalo Mendes Leitão, que logo tratou de desenvolvê-las. A ORIGEM DO NOME PAULISTA Em 1689 toda a propriedade, inclusive a de Maranguape, foi vendida a Manoel de Moraes Navarro, chamado de "O Paulista", por vir de São Paulo. Comandava parte das forças governamentais que destruíram o Quilombo dos Palmares, reduto de brancos pobres, negros e índios que sonhavam com a liberdade. Os engenhos foram se multiplicando em toda Capitania e no século XIX, já existiam várias usinas, inclusive a de Timbó, enclustada nas terras pertencentes aos Rodrigues Lima & Cia., cuja propriedade e a pequena fábrica de tecidos de algodão (sacos), foram vendidas em 1904 ao grande empreendedor sueco, naturalizado brasileiro, Herman Theodor Lundgren.
|
||||